Não se sabe ao certo como, mas o virús se espalhou, só 5 de nós sobrevivemos e não parece haver mais ninguém que não tenha sido contaminado. Durante a fuga, nosso compatriota Vinna das Montanhas foi mordido e eu, Heriberto, Ygho, Soreen e Ícaro usaremos esta transmissão para todos os que ainda estiverem vivos e com acesso a um computador todos os passos para sobreviver ao eminente apocalipse dos zumbis.
Vamos falar sobre os principais simuladores de treinamento que jogamos, como funcionam as principais armas encontradas no mercado e como fazer armas improvisados com os mestres Chuck Greene e o Pai do Ygho.
Tudo isso e muito mais no Café com Games.
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Arte: Faca no Cogumelo ( por Rafael Vaz)
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Perfís da Batle.net
Em minha tenra adolescência eu ganhei a péssima fama por criticar demais as coisas, em especial, as que não gostava. É muito comum nos acharmos donos da razão e querer impor nossas opiniões de forma absoluta, ou de certa forma, achar que você tem um gosto mais apurado que o das outras pessoas. Até que cheguei ao ponto de criticar também aquilo que eu gostava. Achei que fosse sadio também refletir sobre os problemas daquilo que gosto, e talvez fazer até um certo humor com isso, já que os conheço tão bem.
Várias vezes em uma conversa de bar, eu e o Vinna das montanhas nos encontramos na situação de falar muitas coisas sobre alguém e ouvir: “eu não gostaria de ser amigo de vocês, falam mal de tudo.”. Ou conversando com uma pessoa comum sobre cinema e surpreendê-la com tantas críticas técnicas sobre os filmes que ela viu apenas por diversão. Não que seja por maldade ou arrogância, mas convenhamos que é difícil criticar algo sem ofender alguém.
Comecei a refletir se cabia a mim criticar tanto à indústria do entretenimento; em especial os games. “convenhamos, por mais que seja algo que eu adore, não é algo essencial às nossas vidas” pensava comigo mesmo enquanto achava que deveria pegar mais leve com as críticas. Até que em uma discussão sobre o Podcast #15 sobre franquias com dois dos seus participantes, eles me lembraram da necessidade de ser crítico; nenhum de nós é um crítico profissional, e a partir do momento em que você está fazendo uma recomendação de um jogo para um amigo, você está divulgando uma informação e ajudando a formar uma opinião, logo no papel de formador de opinião, você precisa ser crítico.

Simples seria o mundo em que se o jogo fosse bom ele venderia bem, se fosse ruim venderia mal. Há muitas jogos ruins sem a menor inovação que aceitamos goela adentro graças ao marketing e a gráficos de ultima geração, que por mais que nos impressionem, logo serão esquecidos por não trazer nenhuma substancia ou valor simbólico em seu conteúdo. E há muitos jogos excelentes que venderam pouquíssimas cópias por que os donos das grandes distribuidoras não acreditaram na revolução que suas ideias trariam, nem no seu potencial artístico, deixando a inovação cada vez mais ausente nesta indústria, diminuindo o padrão de qualidade do que consumimos e nos tornando cada vez mais apáticos e tolerantes a jogos ruins.
Da mesma forma que tivemos um filme brilhante como “Inception” de Christopher Nolan, com uma proposta diferenciada e inteligente conquistando o gosto das grandes massas, eu gostaria muito que “Enslaved” da equipe Ninja Theory, que traz uma proposta igualmente bela desbanque os já saturados Halos e Call of Duty’s da vida que são mais marketing do que jogo. E que todos nós sejamos um pouco mais críticos com essa indústria do entretenimento. Críticos não no sentido de falar mal, mas de refletir e ser exigente com o entretenimento que consumimos.
P.S. Não quer dizer que eu não goste de Halo ou Call of Duty, mas cá entre nós; você quer passar o resto dos seus dias jogando os mesmos jogos de tiro em primeira pessoa, atirando nos mesmos aliens nazistas de sempre?
]]>Pulando, atirando, cortando e se sustentando no ar com coices de armas, o Anti-heroi Dante da série Devil May Cry é assunto desta semana, onde Vinna das Montanhas, Icaro, Vivi Werneck e Heriberto falam sobre essa franquia cheia de combos de 90 hits, movimentos que desafiam a física, cutscenes que desafiam a sua paciência e e uma história não tão desafiadora à sua inteligência.
Descubra aqui: quais foram as inovações trazidas por essa série, por que Dante faz tanto sucesso com as garotas e o que raios se passa na cabeça oca dos executivos da Capcom.
Tudo isso e muito mais no Café com Games!
Links comentados
Girsl of War entrevistam dublador do Dante
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“Bem vindos ao atrás do armário…”
“-Na morte, um membro do Smash Bros tem um nome: Seu nome é Robert Paulsen!”
“Ae Lou, deixa a gente ficar cara!”

“‘Ouvinte ao ouvir uma das clássicas apresentações do Heriberto nos podcasts”
- Matt
“Puta que pariu… play 3 a r$1999 oO”
– Junior
“CRYSIS MOTHERFUCKER, CAN YOU RUN IT?”
- Fabricio Mendes
“There Are Mother Fucking Geeks On This Mother Fucking Blog!”
– Kiliano Lopes

“É, alguém tem que pagar o preço pra você ficar com a princesa, senhor Seiya de Pegasus -.-”
- Matt
“Antes ele do que eu…”
– Joaniz
“Perdeu playboy…”
– Physyoux
]]>No podcast desta semana Vinna Das Montanhas, Soreen,Ícaro e Heriberto põe na mesa tudo o que sabem sobre esse mercado cheio de sequências, spinn offs e produtos licenciados.
Quais são as maiores franquias, quais as mais duradouras, as que se perderam e as que ninguem aguenta mais ouvir falar delas.
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