
É difícil falar de franquias hoje. Todo tipo de obra ou propriedade intelectual já vem planejada para se tornar uma franquia que precisa durar no mínimo três episódios formando uma trilogia (por que aí fica bonito.). Então, como uma criança tentando sugar até a ultima gota da caixa de todinho a indústria do entretenimento suga até as ultimas forças de uma idéia, fazendo mais e mais capítulos, mais e mais produtos licenciados e tudo o que puder fazer para arrancar dinheiro dos fãs julgados como ovelhas descerebradas que acham dinheiro em árvore (segundo a imaginação deles.).
Nem sempre isso é ruim, tem coisas que gostaríamos de ver aí pra sempre, como esperar ansiosamente a cada 3 anos por uma nova aventura de James Bond como quem espera pelo próximo natal. Devil May Cry é uma franquia que eu imaginava que nunca fosse acabar, pois nunca me cansei de ver Dante pulando, atirando, cortando e fazendo chacota de seus inimigos com aquela cara de roqueiro. É um conceito completamente descelebrado, mas divertido e que não cansa, e sempre foi uma franquia que se vendeu muito bem pelo PERSONAGEM que a protagonizava.
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Postado por Estolano | 16 set 2010 | 41 Comentários
Tags:Capcom, Devil May Cry, Heriberto, Podcast de games, TGS, TGS2010, Toky Game Show, Versus