Saudações Cafeínadas amigos manejadores de varas do contentamento! Aqui é o Heriberto apresentando outro review feito por um ouvinte do Café com Games, o Henrique “Hugh Potter” Perez Leomil, que fez um Not-so-Old Review de Mirror’s Edge. Seu primeiro game no Playstation 3. Curtam ae a recomentação de nosso camarada.
Bom gamers, este é meu primeiro Review e portanto decidi falar do meu primeiro game para PS3, que foi também minha primeira importação e primeira platina, feitos os esclarecimentos da escolha do jogo vamos à ele.

Mirror’s Edge é um jogo em 1ª pessoa baseado basicamente no Parkour – aquele esporte em que o objetivo e “dar uma de Tarzan” na cidade, ou seja, ficar correndo pelos telhados, pulando por cima das coisas,saltando de lugares altos, etc.
O jogo foi lançado em 2008 pela Eletronics Arts, porém só obtive meu Playstation 3 e consequentemente o jogo em questão em meados de 2010, mas mesmo assim achei os gráficos muito bons, a trilha sonora muito envolvente e a jogabilidade de primeira, vamos detalhar cada aspécto mais pra frente, primeiro vamos a história.

Sem Spoilar muito, vou resumir a história, o mundo está sofrendo com uma espécie de ditadura, e existe portanto uma resistência, a qual logicamente você faz parte, seu personagem é a Faith, uma mulher que faz parte dos Runners, que são os praticantes de Parkour, tendo por objetivo levar mensagens, entregar pacotes, e outras coisas proibidas pelo governo. A história começa com um assassinato em que a suspeita cai sobre a irmã da Faith, que é uma policial, e então você tem que investigar o caso, mas as suspeitas recaem sobre você, e a partir daí você precisa fugir e ao mesmo tempo desvendar a história, livrando você e sua irmã.

A história é curta, dando pra fechar o jogo em menos de 10 horas, porém a jogabilidade é excelente, a sensação de que você está realmente correndo e pulando é fantástica, existe até o fator da respiração e da visão distorcida quando o personagem corre, confesso que por vezes não me sentia apertando os botões, e sim correndo de verdade. Existem vários movimentos especiais que tornam ainda mais divertida a jogabilidade, é um pouco difícil no começo, mas depois que se pega o jeito, fica quase intuitivo.
Os gráficos são lindos, existem prédios espelhados que podemos ver lá de cima, e é tão bonito que por vezes me jogava de propósito do telhado só pra ver como era, muito lindo mesmo.
O som é equilibrado, e ajuda a deixar o clima de tensão ou adrenalina, porém depois de um tempo fica um pouco enjoativo.
Apesar do jogo em si ser muito curto, existe um fator replay ótimo, que são os Time Trials e os Speed Runs, onde você deve fazer as fases ou apenas pequenos trechos dentro de determinado tempo, e aí sim o jogo fica desafiador, muitas vezes ficamo 1 segundo do tempo necessário, e temos que fazer tudo novamente. Para concluir esses extras, leva-se muito mais tempo do que o jogo em si, acho que 50 horas é um palpite otimista.
Finalizando para não ficar muito grande, recomendo fortemente este jogo, que tem uma jogabilidade única e envolvente, uma pena que não tenha continuação, mas certamente irão aproveitar toda a inovação deste jogo, como tenho certeza já fizeram no Brink, motivo pelo qual irei comprá-lo certamente!










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