Café com Games » Stocker Talk’s http://www.cafecomgames.com O podcast de games Thu, 29 May 2014 20:42:38 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.9.1 Novos horarios para transmissões, gravações e podcasts. http://www.cafecomgames.com/cafe-com-mog/11832 http://www.cafecomgames.com/cafe-com-mog/11832#comments Thu, 01 May 2014 21:13:33 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=11832 cafe

Vocês sabem que nem sempre conseguimos manter nosso podcast em dia, muitas coisas acontecem na rotina da equipe do Café com Games, são coisas da vida que de vez enquando nos impedem de fazer todo o processo de edição e publicação. Mas quando isso acontece temos que improvisar. Por tanto já a duas semanas transmitimos a gravação do podcast na Twitch que nos permitiu eliminar completamente o processo de edição. Ou seja. Vocês terão a MP3 no dia seguinte a gravação do podcast.
Outra novidade é que estas gravações serão transmitidas no meu canal twitch.tv/stockermann2 assim todos podem dar um follow e receber um e-mail quando o podcast entrar no ar, junto com as minhas transmissões diárias.

Então, abaixo esta uma explicação de como funciona a agenda nova.
Lembrando que se vocês clicar em seguir você vai receber um email informando o jogo que estarei jogando.

Agenda:

Segunda, Terças, Quartas e sextas as transmissões podem começar as 22:00 até o fim da madrugada. Sem nenhum jogo especifico(lista de jogos abaixo).
Nas Quintas as 20:00 é a gravação do podcast do Café com Games.
Na Sexta o podcast sai no feed em mp3.

Jogos comuns na live na Twitch.tv:

  • Diablo III
  • Guild Wars 2
  • XCOM: Enemy Unknown
  • The Elder Scroll V – Skyrim
  • The Banner Saga
  • Sonic & All-Stars Racing Transformed
  • Rogue Legacy
  • Entre outros

 

É isso ai. Um abraço

 

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Stocker Talk’s – 6 coisas que faltaram na E3 2013 http://www.cafecomgames.com/colunas/11240 http://www.cafecomgames.com/colunas/11240#comments Tue, 11 Jun 2013 23:01:19 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=11240 e3

A cada E3 uma enxurrada de espectativa toma conta de todos nós. Alguns menos outros mais. Alguns por uns motivos outros por coisas que já perdemos as esperanças. Então fiquem com uma lista de 6 coisas que faltaram nas conferencias na E3 desse ano.

Faltaram Jogos muito esperados.

É isso pessoal. Mais um ano sem Duke Nuken Forever  The Last Guardian, Half-Life 3 (ou episode 3), Final Fantasy Tactics 2, Pokemon de verdade para consoles ou Project Titan.

Isso parece um castigo das desenvolvedoras por termos pirateado tanto na adolescência.
ME DESCULPA SQUARE-ENIX, DESCULPAAAAAAAA ME DA MEU TACTICS POFAVOOOO.

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Faltou graça nas piadas de Aisha Tyler  

Não sei se nós Gamers não temos bom humor, mas foi difícil ouvir algumas coisas que saíram da boca de Aisha. O ápice foi ela fazer uma piadinha com um bebe doente e vicio em um jogo. Não que eu ache errado ou nada assim. O problema é que não teve graça e ela ficou mais sem graça ainda. Inclusive imaginei que a qualquer momento algum fã de Call of Duty ia gritar – “Mostra os peitos!”.

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O final da gameplay de Assassin’s Creed 4 Black Flag

Quando o problema começou a acontecer eu pensei que fosse a transmissão travando. Mas para meu espanto (nem tanto) era o PS4 TRAVANDO. O console parecia estar superaquecendo ou alguma coisa do tipo porque o jogo não parava de dar travadinhas. Até que travou de vez, então conseguimos ver a cara de tacho do apresentador com o CU joystick na mão. Eu pensei que ela ia tirar o jogo do console e limpar na camiseta. Mas pra minha tristeza isso não aconteceu.

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Aplausos para MAD MAX.

MAD MAX marcou minha infância. A luta para sobreviver em um deserto pós-apocalíptico sozinho. Foi mais ou menos isso que o apresentador sentiu quando mostrou o Teaser de MAD MAX. Não houve um som, nada. Isso é para eles aprenderem que nostalgia só funciona com jogos de Super Nintendo. Porque as crianças de hoje acham que o primeiro filme de sucesso de Mel Gibson é o Patriota.
Próxima E3 eu espero ansioso o game de E.T. para Xbox One. #hype

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VALVE

Gabe Newell ia vir com sua barba e seu corpinho definido, mas como Half-Life 3 ainda não ficou pronto e a Steam-Box esta em testes, ele resolveu ficar jogando MMORPG com o Heriberto Estolano como vocês podem ver na foto. Claro que cada um na sua casa. O Gabe não gosta do clima de Governador Valadares.

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Apresentação da NINTENDO

Deixa a Nintendo pra lá. Eles são felizes e é isso que importa. Beijos Miyamoto.

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Então pessoal. O que faltou neste artigo que faltou na E3? Deixem nos comentários.

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Stocker Talk’s – Como gostamos de jogos? http://www.cafecomgames.com/colunas/11180 http://www.cafecomgames.com/colunas/11180#comments Fri, 31 May 2013 21:28:23 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=11180 1366329113-real-bits-sunset-riders

Sempre tive um grande conflito interno a respeito de games. Tento lembrar os jogos que mais me cativaram (leia, tiraram minha vida), e os que não me cativaram e que mesmo assim são consagrados, e não consigo encontrar um padrão. Algo que possa definir o meu gosto pessoal. Em outras palavras, eu não posso prever o que vou gostar. Assim eu me guio pela Hype de jogos que já gostei, pelo trabalho no Café com Games e pela indicação de amigos ao comprar jogos novos. E assim mesmo cometo muito erros, e acabo comprando jogos que não vou jogar.
Mas eu não estou sendo claro, então vou dar alguns exemplos:

Rushing Beat 3 VS Castle Crashers

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É estranha essa comparação. Castle Crashers é um game mais novo, têm gráficos melhores, som melhor, tem multiplayer online e é muito engraçado com suas milhões de referencias e piadas. Acho que nunca vou olhar um cervo do mesmo jeito depois desse jogo. Mas eu não consigo joga-lo inteiro, muito menos ter vontade de joga-lo.
Então temos Rushing Beat 3. Um game de Super Nintendo que é uma copia de Final Fight tem personagens ultra galhofados, e mecânicas bem comuns. Recentemente abri o emulador e em uma sentada coloquei final no jogo sem nem perceber.

A pergunta é. Porque eu gosto muito de um jogo claramente pior em todos os aspectos?
Minha única explicação são os fatores externos ao jogo. Coisas como a hora, local e sensações como a nostalgia, podem transformar qualquer experiência.
Em Castle Crashers eu joguei em mais um dia de jogatina, eu lembro que estava jogando outros jogos e foi depois da experiência de jogar Rushing Beat novamente.
Já Rushing Beat eu estava em casa, minha esposa tinha viajado e faltou luz. Não tive escolha e liguei o notebook abri o emulador liguei meu joystick e joguei. Joguei como se não houvesse amanha. Nesse ponto vocês podem dizer que era a nostalgia falando. Mas foi mais a situação do que o sentimento nostálgico.

Capa americana genérica de Rushing Beat 3. :(

Capa americana genérica de Rushing Beat 3. :(

Vocês podem até lembrar que como gostavam dos jogos antigamente, mas nunca se perguntam o porquê. Temos ao nosso alcance milhões de jogos e é tanta abundancia que nossas exigências aumentam demais. Nesse ponto nós nos frustramos porque nossas expectativas nunca são concretizadas, e lembramos como nos divertíamos jogando Sunset Riders, e como aquele jogo era fantástico. O que esquecemos é o porquê que jogávamos Sunset Riders e adorávamos. Porque ele era bom? Ou também porque era um dos poucos jogos que tínhamos para jogar no momento? Ou porque seus amigos também jogavam? Quais eram os outros fatores externos que colaboravam para a sua lembrança nostálgica do momento?
E isso não acontece só com jogos antigos. Jogos atuais como To The Moon me cativaram de forma fantástica, mas os fatores externos quase me fizeram perder parte da experiência e um cansaço repentino me fez perder grandes fatos da historia do game, que ao ouvir um podcast pude finalmente entender e aproveitar o game como ele deve ser aproveitado.
A questão que quero levantar é que talvez aquele game que você comprou e não curtiu. Você sabe que tem qualidade, mas você não consegue. Você pode ter jogado no momento errado ou por motivos errados. Já pensou nisso?
Minha dica final é.

Ao jogar. Relaxe esqueça o trabalho e aproveite com calma o jogo. Isso pode fazer a diferença no modo que você aproveita a experiência interativa.

O que você acha? E o que você faz para relaxar e jogar?
Deixe sua opinião nos comentários.

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Stocker Talk’s – O que são Gêneros nos games? E do que se alimentam? http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/11075 http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/11075#comments Tue, 21 May 2013 06:38:29 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=11075 1913-2

Algumas semanas atrás durante um podcast ouve uma discussão sobre comparações entre jogos de gêneros diferentes. Não quero entrar neste mérito em especifico aqui, mas isso trouxe a tona outra discussão antiga. Os gêneros nos jogos. Assunto confuso e controverso que pelo que parece esta longe de um consenso. Mas afinal, para que servem os gêneros?

É uma forma pratica de categorizar produtos. Com intenção de facilitar o consumo. Começam por coisas simples como deixar claro que produtos de limpeza não são para comer, para isso existe comida, até filmes que impedem desavisados a não assistir um terror pensando que é drama. Na teoria isso funciona bem, mas nos vídeo games como isso funciona?
No principio, lá na primeira geração não existiam gêneros, todos eram jogos de vídeo game. E com a evolução do mercado, novos jogos cada vez mais diferentes um do outro precisavam de categorias.
Esses gêneros foram ganhando nomes: Ação, aventura, adventure(é, aventura e adventure são gêneros diferentes, vai entender :/), luta, simulador, entre outros. Os nomes dessas categorias eram dados pela própria imprensa ou pelo publico e isso nunca foi organizado.

Por exemplo, o clássico Final Fight começou como game de ação, porque afinal é um game de ação, mas também era conhecido como Briga de Rua, porque também era um jogo onde se brigava na rua. Pensando bem todas as alternativas estão corretas e eu ainda poderia dizer que ele é um Side Scroller ou luta que também não estaria errado.

RPShooter boladão!

RPShooter boladão!

Como chegamos a um consenso neste caso? Poderíamos categoriza-lo pela sua característica mais predominante? Bem, mesmo assim estaríamos em uma “sinuca de bico”, pois todas as categorias têm nomes de características predominantes do game. Afinal Final Fight é o que?
Hoje chamam ele de Beat ‘em up. Que é uma categoria relativamente nova pelo menos para nós brasucas  E eu descreveria Beat ‘em up como: Jogo de luta side scroller (jogos onde a tela se move horizontalmente).
Notem que foram duas características que puderam formar um gênero onde podemos entender como as mecânicas funcionam em um só nome para fácil entendimento.
Pronto. Chegamos a um entendimento. Agora vamos fazer um exercício mental. Imaginem que a Capcom lança um novo Final Fight que alem de ser Beat ‘em up você em outras fases pode subir em uma moto e apostar corrida. E se os personagens ganharem XP e evoluísse uma arvore de habilidades ficando mais fortes. Ele ainda seria só um Beat ‘em up? Talvez no anos 90 a capcom nunca misturaria gêneros assim. Mas isso mudou. Hoje jogos estão cada vez mais multi-gêneros e não conseguimos mais categorizar a criatividade dos desenvolvedores de games.

Jogos como Mass Effect são RPGs, mas Mass Effect é Shooter, RPG, Puzzle, Estratégia, Ação e Aventura.
E Borderlands? RPG, Ação, FPS e Shooter.
Enfim, temos duas escolhas. Podemos encontrar um fator comum e torna-lo peça predominante na escolha do gênero. Talvez o enredo do jogo. Dessa forma jogos como Resident Evil 2 seriam “Terror” e jogos como Resident Evil 5 Seriam “Ação”, To The Moon seria um “Drama” e Team Fortress seria uma “Animação da Pixar” (hehehehe).

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Baby I think I’m capsizing
The waves are rising and rising. by Marvin Gaye

Outra forma é criarmos novos nomes para descrever misturas loucas. Mass Effect seria um “RPShooter”, GTA seria um “Sand Action Box” e Metal Gear Rising seria um “Tamanco Hack’n Slash dos infernos”.

Então pessoal, quero saber o que vocês acham disso. Comentem ai. De sua opinião. Criem novos gêneros  Vamos ter uma discussão saudável nos comentários.

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http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/11075/feed 277
Stocker Talk’s – Nem só de CS vivem os FPSs. http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/10804 http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/10804#comments Tue, 07 May 2013 23:00:27 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10804 Wallapper-Point-Blank
Ola Amequenhos
Eu fiz o primeiro post da nova coluna, mas por uma grande indelicadeza minha eu não expliquei a intenção da mesma, isso vocês podem ficar tranquilos que não é nada extraordinário e sim algo bem simples. Eu vou falar o que me der na telha. O que normalmente falará de games, por que é o assunto que mais amo. Vamos ao que eu quero comentar.

Provavelmente vocês não lembram, mas em alguns podcasts nós comentamos o nome de um grande amigo meu de longa data, Fabio Roldão ou DayHard. Para quem não tem memória de elefante eu explico. Ele era dono da empresa que foi nossa primeira patrocinadora oficial. O nome da empresa era FBR Info e prestava serviços de hospedagem.
Então, o Fabio é um gamer que eu vou intitular agora de “Efepeécer” (palavra criada agora, todos os direitos reservados). Digamos que ele tem uma preferência por Shooters e afins, e desde o Quake ele joga como certa maestria. Para vocês terem uma ideia, eu não jogo nenhum shooter contra ele NUNCA, porque não tem graça. Mas seguindo o assunto.
Ele hoje joga um FPS chamado Point Blank. Que é um game que esta no Brasil pela On Game Games e é daqueles jogos que passam por baixo do radar e que não vemos em grandes sites de noticias, ou em grandes canais do Youtube. O game tem gráficos um pouco datados mas segundo o Fabio ele possui uma moderação de administração muito boa. O game lembra muito CS mas como é Gratuito ele tem micro negociações, mas tudo é conquistável se você for perseverante (ou viciado como preferir chamar).

Triple KIIIIILLLLL

Triple KIIIIILLLLL

Parece que esses jogos são vistos como simples produtos e tenho convicção de que muitos não os consideram jogos por serem copias de alguma coisa. Não estou dizendo que estão errados, mas isso não é uma regra. Algumas desenvolvedoras podem sim fazer um game de qualidade e não ser reconhecido até que o publico deixe bem claro que o jogo é bom. Isso aconteceu com League of Legends por exemplo.
Meu ponto é que o Fabio é uma pessoa muito exigente quanto se trata de qualidade e como jogador de Shooters Multiplayers ele tem uma visão do que o game tem que oferecer para um cara hardcore como ele se interessar e investir o tempo no game.

Como trabalhamos na mesma empresa ele me conta quase que diariamente as peripécias de seu clã. E pela narrativa dele eu acabo vendo a visão dele do game, na busca de encontrar adversários cada vez mais fortes para competir (Vamos chamar de “Complexo de Goku”). Então se você joga e acha que pode vencê-lo entra no canal dele que esta no vídeo abaixo e envie uma mensagem.

E como diria He-man, “crianças aprendemos neste post que não devemos subestimar jogos que não aparecem nas mídias especializadas. Eles as vezes podem nós proporcionar muita diversão”.

Fiquem com um vídeo de uma partida do Clã dele  xXxTHIEFxXx contra um clâ chamado zShotgunsBrother e observem depois do minuto 20:00 uma bruxaria que o cara faz sozinho contra 3 adversários.

 

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http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/10804/feed 316
Stocker Talk’s – Ragnarok 2 Legend of the Second já decepciona. http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/10810 http://www.cafecomgames.com/stocker-talks/10810#comments Sun, 05 May 2013 00:13:39 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10810 Ragnarok-Online-2-Legend-of-the-Second-
Ola amequenhos, quem conhece o Café com Games a mais de 1 ano já sabe minha saga em mostrar Ragnarok Online e suas mecânicas  Também puderam conferir o Podcast #44 sobre MMOs que falei sobre minha experiencia neste jogo e como ele foi importante para época que saiu.

Então, ainda há muito tempo, desde o tempo do MMORPG moleque e malevolente, já se falava da continuação de Ragnarok Online. Porque como ele trouxe o estilo às massas (Lembrando que Ragnarok é um game pré World of Warcraft) no mínimo ele seria algo inovador. Mas ele nunca era lançado. Inclusive ele teve grandes problemas em seu desenvolvimento. A Gravity teve que recomeçar o game do zero devido a conflitos criativos com a empresa contratada para desenvolver (E também por que parecia Fly For Fun), então a própria Gravity teve que abraçar o desafio de superar não só o sucesso de Ragnarok, mas de tentar sair da sombra de gigantes que vieram depois como World of Warcraft, Guildwars entre outros. Tarefa essa nada fácil.
Mas ai veio à esperança, vestida de artes conceituais muito boas e uma historia que passaria acho que uns 200 anos depois dos acontecimentos do primeiro. Tudo muito empolgante, mas ainda assim o game não saia. Os gameplays que eram mostrados pareciam legais e tudo era emocionante para os fãs.

Ragnarok 2 – The Gate of the World. Um fracasso entes de nascer.

O tempo ia passando e então jogos novos iam fazendo a gente esquecer-se de Rag….Rag. Como era o nome daquele jogo mesmo?
Jogos como Guild Wars 2 e a promessa de The Elder Scrolls online enterraram completamente Ragnarok 2 da minha memória recente.
Por fim, certo dia alguém postou um link da STEAM do jogo. Isso me pegou de surpresa, pois não estava mais me mantendo informado sobre o assunto. Então acessei a pagina via navegador, ou seja, não estava logado na minha conta da Steam. Então veio uma sucessão de decepções. Que vou listar aqui como os motivos pelo qual ele não terá o sucesso do primeiro.
1. Gameplay não parece trazer NADA de novo.
Foi um choque para eu ver que o game vai ter a mecânica de jogabilidade de World of Warcraft, não que ela seja ruim mais foi muito tempo desenvolvendo o game para simplesmente fazer a única coisa que ele não podia fazer. Parece que o publico alvo não liga pra isso e a repetição de mecânicas não incomoda. Porque por todo fórum que eu vejo, falam das mudanças como: todos podem montar em Peco-Pecos, agora se podem ter duas profissões ou estou louco para visitar Prontera em 3D.
ISSO NÃO É MOTIVO PARA ACHAR UM GAME BOM, Onde esta a movimentação do personagem nisso? Como ele vai atacar? E qual será a curva de aprendizagem?

Artes conceituais empolgaram.

Artes conceituais empolgaram.

Um game não sobrevive de jogadores cegos por mecânicas repetitivas como a do primeiro hoje. Ragnarok serviu como novidade e foi em sua época um excelente game. Mas paro por ai, eu quero sentir que estou jogando algo diferente e não a versão 3D com novidadezinhas.
2. Brasileiros NÂO, pelo menos até a Level UP traduzir.
Quando o primeiro Ragnarok chegou ao Brasil ele chegou traduzido em português. Isso em minha opinião foi o principal motivo do BOOM no país. E é claro que com o sucesso a Gravity ia reafirmar a parceria com a LUG.
O problema é que o publico Brasileiro foi barrado de todos os testes de estresse dos servidores internacionais e também na Steam. Que engraçado. O país que mais jogou Ragnarok e que provavelmente mais gastou com o game vai ver o jogo por ultimo.
Isso é para o publico Brasileiro aprender a não ser babaca. Então se somos barrados, eu pergunto Level UP games. Cadê o game? Porque a tradução não esta sendo feita a mais tempo então? E eu não duvido nada que aqui o game seja PAGO. Até porque todo mundo sabe que no primeiro em alguns países era gratuito enquanto no Brasil a babacada aqui pagava.

Então é isso pessoal. E sobre os vídeos de Ragnarok, eu gostaria de fazer deste novo game. Mas infelizmente sou Brasileiro e não sou digno.

Confere o trailer

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Stocker Talk’s – A Sala Trancada http://www.cafecomgames.com/colunas/10253 http://www.cafecomgames.com/colunas/10253#comments Sat, 15 Dec 2012 01:27:57 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10253

Ola pessoal, farei algo que não costumo fazer. Mas desta vez não pude deixar passar batido. Estava jogando The Elder Scrolls V – Skyrim, quando me deparei com um livro muito bom. Não costumo ler todos mas alguns me chamam atenção e como eu estou jogando a versão traduzida pela Gamevicio, diga-se de passagem é excepcional. resolvi transcrever do game esta historia para vocês. Espero que gostem tanto quanto eu gostei. Chama-se  “A Sala Trancada” e foi escrita por “Pobert Lyttumly” que eu não sei se é um nome fictício ou não. Bem Fiquem com o conto.

A Sala Trancada

Por Pobert Lyttumly

       Yana era exatamente o tipo de estudante que seu mentor, Arthcamu, desprezava: uma novata profissional. Ele apreciava todos os criminosos que costumavam serem seus pupilos na fortaleza, desde o típico ladrão até o mais sofisticado chantagista. Tratava-se de crianças e jovens com grandes ambições profissionais que seriam facilitadas pela arte e ciência do arrombamento. Sempre se interessavam pelas soluções simples, o caminho mais fácil, mas pessoas como Yana sempre procuravam por exceções, outras possibilidades, o desconhecido. Para pragmáticos como Arthcamu, isso era incrivelmente irritante.

       A donzela Redguard podia passar horas diante de uma fechadura, cutucando-a com seus arames e gazuas, brincando com os pinos e martelos, explorando o mecanismo com um tipo de fascinação que nenhum outro criminoso possuía. Muito depois que seus colegas haviam aberto suas fechaduras de ensaio e seguindo adiante, Yana ainda brincava com a sua. O fato de que ela sempre acabava abrindo a fechadura no final, não importava o quão “avançada” ela fosse, irritava Arthcamu ainda mais.

      – Você deixa as coisas muito mais difíceis, gritava sacudindo as suas orelhas. – Velocidade é fundamental, não só mero conhecimento técnico. Estou certo que se eu pusesse a chave da fechadura bem na sua frente, mesmo assim você não a abriria.

       Yana tolerava os insultos de Arthcamu filosoficamente. Apesar de tudo, ela o tinha pago adiantado. Sem dúvida a velocidade era um fator importante para o arrombador que tentasse entrar em um lugar que não se deve ir com a guarda da cidade patrulhando atrás, mas Yana sabia que isso não se aplicaria a ela. Ela só desejava aprender.

       Arthcamu fez tudo que estava ao seu alcance para encorajar Yana a ser mais rápida. Ela parecia crescer com suas agressões físicas e verbais, demorando cada vez mais em cada fechadura, estudando as idiossincrasias e personalidades. Até que ela não conseguiu suportar mais. Bem no fim da tarde, depois de Yana ter perdido bastante tempo numa fechadura comum, ele agarrou a garota pela orelha e a arrastou para uma sala dentro da fortaleza, longe dos outros estudantes, uma sala na qual sempre foram proibidos de entrar.

      A sala estava completamente vazia, exceto por uma grande caixa no centro. Não havia janelas ou portas, exceto aquela pela qual entraram. Arthcamu empurrou a estudante contra a caixa e fechou e porta às suas costas. Ouviu-se um som característico na fechadura.

      – Esta é o teste para meus estudantes mais avançados, disse ele rindo por traz da porta. – Veremos se consegue escapar.

      Yana sorriu e começou seu lento processo, como de costuma, de “massagear” a fechadura, obtendo informações. Depois de alguns minutos, ouviu outra vez a voz de Arthcamu por detrás da porta.

      – Talvez eu deva informá-la que se trata de um teste de velocidade. Esta vendo a caixa atrás de você? Ela contem um vampiro ancião que esta trancado ai há muitos meses. Esta absolutamente faminto. Em poucos minutos, o sol ira se por, e se você não conseguir abrir a porta, você não será mais do que uma casca sem sangue.

      Por um momento Yana considerou se Arthcamu estava brincando ou não. Ela sabia que ele era um homem horrível e cruel, mas a ponto de usar assassinato como ferramenta de ensino? No momento em que ela escutou um ruído de dentro da caixa, suas duvidas acabaram. Ignorando todas as suas explorações de costume, ela enfiou um arame na fechadura, empurrou os pinos contra a placa do mecanismo, e abriu a porta com um golpe. Arthcamu esperava no corredor, rindo cruelmente. – Então agora você aprendeu o valor do trabalho rápido.

      Yana saiu correndo da fortaleza de Arthcamu, contendo suas lagrimas. Ela estava certo de que ela jamais voltaria a ser sua aluna, mas considerava que pelo menos a tinha ensinado uma importante lição. Quando ela retornou na manha, Arthcamu não pareceu surpreso, as por dentro ele estava em ebulição.

      – Eu partirei em breve, explicou ela sossegadamente. – Mas acho que desenvolvi um novo tipo de fechadura e ficaria grata se pudesse me dar a sua opinião.

      Arthcamu encolheu os ombros e a pediu para lhe mostrar seu desenho.

      – Me pergunto se eu poderia usar a sala do vampiro e instalar a fechadura. Creio que uma demonstração pratica seria mais efetiva.

       Arthcamu oscilou, mas a idéia de a garota entediante finalmente partir o deixou com excelente humor, até mesmo indulgente. Concordou com seu pedido de acesso à sala. Durante toda manha por toda parte da tarde trabalhou junto ao vampiro adormecido, removendo a velha fechadura e colocando seu protótipo. Por fim, pediu ao seu velho mestre para dar uma olhada.

      Ele analisou a fechadura com olhar analítico e não encontrou nada de extraordinário.

      – Esta é a primeira e única fechadura à prova de arrombamento, explicou Yana.  – A única forma de abri-la é tendo a chave correta.

      Arthcamu zombou e deixou Yana fechar a porta, o trancando na sala. A porta fez “click” e ele se pos a trabalhar. Para seu assombro, a fechadura era muito mais difícil do que pensava. Tentou todos os seus métodos para forçá-la e se deu conta de que teria de usar o método da sua odiada aluna e investigar cuidadosamente o mecanismo.

      – Preciso ir agora, disse Yana pelo outro lado da porta. – Vou trazer a guarda da cidade à fortaleza. Eu sei que isso é contra as regras, mas acredito que, pelo bem dos aldeões, não se deve deixar um vampiro faminto à solta. Esta anoitecendo e, mesmo que não consiga abrir a porta, o vampiro será menos orgulhoso sobre usar a chave para escapar. Lembre-se do que me disse: “Se eu colocasse a chave da fechadura na sua frente, ainda assim não a abriria.”

      – “Espere!”, Gritou Arthcamu. – Usarei a chave! Onde está? – Você esqueceu de me dá-la!

      Mas não houve resposta, apenas o som de passos desaparecendo pelo corredor detrás da porta. Arthcamu se pôs a trabalhar ainda mais arduamente, mas suas mãos tremiam de medo. Sem janelas, era impossível saber quanto tempo havia se passado. Foram minutos ou horas? Ele só sabia que o vampiro ancião o saberia.

      As ferramentas não agüentariam muito mais torcidas e pancadas pelas mãos histéricas de Arthcamu. O arame se partiu dentro da fechadura, exatamente como aconteceu a um aluno.  Arthcamu gritou e golpeou a porta, mas sabia que ninguém poderia ouvi-lo. Enquanto engolia saliva para gritar de novo, ouviu um estalo característico da caixa se abrindo por detrás dele.

      O vampiro ancião encarou o mestre arrombador com olhos insanos e famintos, e se lançou sobre ele em frenesi. Antes de morrer, Arthcamu a viu: colocada em uma corrente em torno do pescoço do vampiro enquanto dormia, estava a chave.

 

FIM

 

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Stocker Talk’s – A arte do desapego http://www.cafecomgames.com/colunas/9996 http://www.cafecomgames.com/colunas/9996#comments Sat, 24 Nov 2012 14:23:19 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=9996

Você já foi conversar com um amigo jogador de MMORPG ou Shooter sobre o que ele achava daquele game novo e ele torceu o beiço para o game dizendo que nunca pararia de jogar seu jogo vigente por que ele desprendeu muito tempo e esforço e possui muitos amigos para trocar de jogo “assim, desse jeito”. Bem, se sim ou se você já disse isso pra alguém não se preocupe. Você não vai ser criticado neste artigo (eu acho XD). Mas isso sempre me intrigou.

Porque as pessoas pensam assim? Será que elas ainda acham o jogo bom? Será que elas não se sentem presas a ideia de que se ela trocar para uma experiência nova ela perderá tudo? Níveis, itens e amigos? Eu acho que não. Porque perderia?

Jogadores de MMORPG são os mais apaixonados. Eu mesmo joguei anos e chegou um tempo que eram exatamente as amizades que me prendiam a uma experiência que eu já tinha enjoado e não percebia.

Então quando eu vejo em uma rede social qualquer uma pessoa exclamar que seu game é uns dos melhores games já criados eu penso se ele esta falando das mecânicas do game ou se encontrou bons amigos nesse jogo. Digo isso porque bons amigos são a chave para um bom multiplayer. Nas capas dos jogos onde se diz “Este produto possui uma experiência nova durante o jogo online” poderiam colocar em MMOs o seguinte “Encontre bons amigos e tenha uma experiência completamente diferente”. Então se são os amigos as melhores coisas em um MMOs ou Multiplayer porque esses mesmos amigos não migram juntos para um novo game? Porque se manter no mesmo game sete anos ou mais. Conquistas e itens? Boas lembranças? Outros jogos podem proporcionar isso também. Então migrem juntos com os amigos. Não permitam que jogos levem o credito pelos seus companheiros de batalha.
Um tabuleiro de Damas é sempre mais divertido com o amigo certo.

lol

Bests Friends Forever

Sei que vocês vão me xingar dizendo que esse texto é emotivo, mas não é isso. Esse texto é sobre amizade e não é uma critica a nenhum game ou empresa. Ok?

Agora se você joga sozinho um MMO qualquer e prefere assim, meu amigo, tens minha admiração.
O que vocês acham? Jogam sozinho? Tem um grupo de amigos? Ou jogam World of Warcraft desde 2006? Deixem nos comentários.

 

 

PS: Ninguem sabe o que é diversão até jogar Left 4 Dead com o Kiliano Lopes. LOL

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Stocker Talk’s – Reaproveitando Final Fantasy http://www.cafecomgames.com/colunas/4671 http://www.cafecomgames.com/colunas/4671#comments Thu, 21 Jul 2011 19:04:12 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=4671 Antes de qualquer coisa queria só deixar claro minha adoração pelos jogos da Squaresoft e também dizer da importância de Final Fantasy na minha formação gamer.
Mas (always has a but), com o tempo, minha cabeça de adolescente que só queria consumir aquelas historias fantásticas, personagens fora do comum (para um ocidental como eu) foi crescendo e aos poucos fui percebendo que a cada fantasia final eu consumia a mesma informação. E que na verdade (polemica em 3,2,1…) Final Fantasy tornou-se uma franquia reciclada. E antes que as pedras voem sobre a minha cabeça eu estou trazendo este ponto de vista não como uma critica e sim como uma constatação, que até certo ponto é positiva, por que nem sempre o que é reciclado é ruim.

Para quem não sabe, o nome Final Fantasy vem de uma historinha bem legal. A squaresoft não ia bem nos negócios em 1987 e então eles tentaram a ultima cartada para fugir da falência, então chamaram esta cartada de Final Fantasy (A fantasia final). O sucesso foi estrondoso e então a empresa seguiu a franquia mantendo a formula do sucesso, sempre trazendo algumas melhorias.
Eu não critico nada disso por que jogos extraordinários como Final Fantasy 4, 6, 7 e 8 não para mim obras primas. Mas se formos pensar melhor, para a squaresoft (hoje Square-Enix) isso foi uma economia em todos os sentidos. Começando pelo jeito que a franquia se desenrola. Não havia continuações diretas (Hoje há, mas estou falando do passado, falarei do presente no final), mas mesmo assim a franquia mantinha o nome, assim não precisavam se preocupar com novas propriedades intelectuais.

Behemoth

Qualquer gamer que se prese conhece um pouco dos seres mitologicos que foram utilizados em muitos Final Fantasys. E isso tambem facilitava muito no desenvolvimento. Eu como fã ficava imaginando como seria o proximo sumom, como seria a proxima Shiva ou Odin. Isso se repetia a cada jogo. Tinhamos inimigos como o Bomb, Behemoth ou Kimera, que estavam presentes jogo apos jogo.
Assim a equipe de desenvolvimento não precisava criar todos os monstros, seres ou historias de background do zero, eles simplesmente reaproveitavam o que já tinham feito e incrementavam ou mudavam um pouco.

A estrutura do jogo também era mantida. Tínhamos uma jornada onde os heróis iam se encontrando no caminho, tinha um Mapa Múndi que era melhorado a cada novo jogo, cavernas com mestres no fim, pequenos enigmas, últimos mestres com varias faces (ao estilo Dragon Ball), sumons que tinham um sistema que mudava o nome, mas em essência era a mesma coisa.

Gunblade

Então depois que a franquia foi para o playstation a Square introduziu o conceito da arma do herói. E esse conceito tinham uma característica bem clara. O herói tinha uma arma criada na concepção do personagem. Isso começou com Cloud de Final Fantasy 7 que tinha a sua Buster Sword, depois Squall usava sua Gun Blade, que erá uma pistola com uma lamina conjugada, então veio Zidane com suas duas laminas e por fim em Final fantasy X, Tidus utilizava sua Hydro Sword.

Também não posso deixar de falar dos Chocobos, Moggles, Cactuars que estão em todos os jogos de alguma forma, as vezes só por referencia mesmo.
E do nome CID, que sempre é colocado na historia de algum jeito. As vezes é um personagem jogável como em Final fantasy 7 e as vezes é somente um cargo de respeito como em Final fantasy 8.

Cids pelos Final Fantasys.

Concluindo. Final Fantasy é um sucesso porque possui uma formula de definida a muito tempo e quando a Square-Enix tenta se arriscar e inventa coisas novas, normalmente acaba desagradando muitos fãs.

Então se pedirem para eu definir o que faz Final Fantasy um Final Fantasy, eu diria que é uma mescla de mitologia, gameplay e musica. Por mim a Square pode fazer tudo novo, mas não mexe nesses trés itens. Do contrario, que façam uma franquia nova. Pode ser algo como “Other fantasy”.

Vocês concordam? Discordam? Deixe sua opinião nos comentários. Vamos discutir sobre o assunto.

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