Ola para todos que curtem café, games e música é claro.
Estava navegando pelo youtube quando dei de cara com um guitarrista japonês talentosíssimo que estava tocando cansões do meu amado Final Fantasy então resolvi que nesta edição do analise sonora eu iria compartilhar com vocês essa descoberta.
Chicken de Chocobo
Aqui esta o canal.
http://www.youtube.com/user/BKMJMBOX
Vários casos de plágios envolvem musicas de vídeo games, mas será que todas essas historias são realmente verdades. Quando se trata de compor uma canção é muito difícil ser realmente original, é praticamente impossível não copiar, mesmo que sem querer, alguma melodia que já existe em algum lugar do mundo. As notas musicas e suas escalas são para nós meros mortais , finitas, e é muito fácil encontrar musicas famosas que são iguais a outras musicas famosas em melodias e acordes. Mas isso não faz delas um plagio e sim uma inspiração. A não ser que você seja um gênio da musica, não há como fugir disso.
Vamos verificas algumas para ver se existe cabelo em ovo.
ColdPlay VS Mario – Vou começar dizendo o que eu acho, é cabelo em ovo, eu explico. É muita falta de imaginação, mesmo vindo do Coldplay que já é famoso por copiar musicas de outros artistas, Joe Satriane que o diga. Mas dizer que a musica do Mario com a velocidade diminuída é demais até pra mim que sou paranóico.
Olhem o vídeo e sejam se vocês encontram semelhanças.
Michael Jackson ajudou na trilha de Sonic 3 – Grande bobagem.
Isso é tão absurdo que irrita, primeiro por que as musicas “não são iguais”, e eu não sei porque surgem comparações com isso, ai no fim desses vídeos ainda colocam que as provas são claras. Só se forem claras como uma placa de raio-x, Segundo, porque diabos Michael Jackson, grande compositor que era, um musico brilhante copiaria suas próprias musicas quando ele poderia compor novas?
E porque esse acordo com a sega para a composição de musicas para o sonic seria secreto?
Não faz sentido nenhum.
Tema de Top Gear e Bliss do Muse – Bullshit
Existe uma técnica musical chamada arpejo que foi usada para composição da musica tema de Top Gear e é muito utilisada por guitarristas e o Muse usou também, mas conhenhamos, não é igual, são outras notas a musica é diferente só lembra vagamente e lembrar vagamente não é plagio, plagio tem que ser igual.
Olha a técnica de arpejo ai
Finalizando, o cabelo esta no ovo de quem quiser ver, eu não vejo nada. Você vê?
]]>Vou começar hoje a serie grandes compositores, falando um pouco sobre cada compositor de grandes trilhas de grandes jogos. E o primeiro compositor que quero falar é Inon Zur.
Inon zur é israelense nascido em 4 de julho de 1965, é graduado na academia de musica de Tel Aviv, mudou-se para los Angeles com intenção de estudar musica em filmes na escola de musica Dick Grove e desde então já chamou a atenção dos produtores de jogos.
O compositor possui uma veia clássica muito marcante usando grandes vocais femininos em suas composições. Musicas cheias de impacto, drama e nostalgia. Eu particularmente o acho um grande compositor, que tem em suas obras um tom extremamente original, quando você escuta com calma você reconhece suas composições somente de ouvir, isso pode ser confundido com composições repetitivas, mas não é bem assim. E com certeza Inon Zur é um dos grandes criadores musicais da atualidade, vale à pena conferir.
Entre seus grandes titulos estão Dragon Age: Origins, Fallout 3, Prince of Percia, Warhammer 40,000 Dawn of War: Dark Crusade, Crysis, Men of Valor, Shadow Ops: Red Mercury, SOCOM II: U.S. Navy SEALS,Icewind Dale II e Baldur’s Gate II: Throne Of Bhaal que lhe renderam muitos premios.
Aqui estão os titulos lançados:
Rift: Planes of Telara, Trion Worlds
Fallout: New Vegas, Obsidian Entertainment
Dragon Age: Origins – Leliana’s Song, BioWare EA
Ace Combat Joint Assault, Namco Bandai
Dragon Age: Origins – Awakening, BioWare EA
EverQuest II: Sentinel’s Fate, Sony Online Entertainment
EverQuest: Underfoot, Sony Online Entertainment
Dragon Age: Origins, BioWare EA
TERA, Bluehole Studio
James Cameron’s AVATAR The Game (DS), Ubisoft
Prince Of Persia: Epilogue, Ubisoft
Prince Of Persia, Ubisoft
Fallout 3, Bethesda Softworks
EverQuest II: The Shadow Odyssey, Sony Online Entertainment
Crysis, Crytek / Electronic Arts
EverQuest II: Rise Of Kunark, Sony Online Entertainment
Company Of Heroes: Opposing Fronts, Relic Entertainment / THQ
Prince Of Persia Rival Swords, Ubisoft
EverQuest II: Echoes Of Faydwer, Sony Online Entertainment
Lineage II: Chronicle V: Oath Of Blood, NCsoft
Warhammer 40,000: Dawn Of War – Dark Crusade, Relic Entertainment / THQ
Pirates Of The Caribbean: The Legend Of Jack Sparrow, Bethesda Softworks / Buena Vista
Prince Of Persia The Two Thrones, Ubisoft
Prince Of Persia Warrior Within, (Cinematics) Ubisoft
Men Of Valor, 2015 / Vivendi-Universal
Shadow Ops: Red Mercury, Zombie / Atari
Champions Of Norrath: Realms Of EverQuest, Sony Online Entertainment
SOCOM II: U.S. Navy SEALS, Sony Computer Entertainment America
Icewind Dale II, Black Isle Studios
Baldur’s Gate II: Throne Of Bhaal, BioWare
Star Trek: Klingon Academy, Interplay / Paramount
Em meu ultimo texto à meses atrás, falei sobre a necessidade de ser crítico, de ter critério sobre aquilo que consumimos, ouvimos, vemos e jogamos. Hoje vou falar um pouco sobre as duas maneiras de “criticar” algo.
Após assistir uma palestra com o Ricardo Farah e Orlando Ortiz, jornalistas especializados em games, fiquei intrigado com a menção de uma tal “cartilha” que eles utilizam em seu editorial e que todo jornalista, seja ele novato ou veterano tem que ler para poder analisar um game, ou qualquer outro produto de mídia. Minha curiosidade me levou a pesquisar alguns manuais de critérios e cheguei a conclusão de que existem duas principais vertentes para a crítica, em especial, a de games.
Vertente A: Todo trabalho tem seu valor
Essa vertente é a mais parecida com a adotada pelos jornalistas mencionados neste texto; ela parte do princípio, de que não importa o quão ruim seja um game, filme, ou até um evento como um show do rock ou uma feira, pessoas trabalharam duro para aquilo acontecer e todo trabalho merece ser valorizado. Pessoas podem cometer erros, ser mal compreendidas, ou simplesmente não conseguir superar as expectativas naquele momento e como veículo, seja ele blog, revista, jornal ou canal de TV, antes de mais nada o seu papel é comunicar, fazer com que a informação chegue ao público sem denegrir a imagem daquela pessoa ou empresa.
Vertente B: Todo trabalho precisa evoluir.
Quem conhece esta imagem ao lado, já sabe do que estou falando. O Zero Punctuation, para quem não conhece, é um programa que vai ao ar toda quarta feira no portal The Escapist, onde o jornalista Inglês Ben “Yatzee” Croshaw analisa, de forma ácida e sarcástica um game. Seus vídeos são sempre hilários e sempre demonstram o que o jogo tem de pior.
Pode parecer apenas uma forma de humor, mas Yatzee baseia o seu argumento em uma outra vertente de trabalho, a de que a indústria tem que evoluir, e não se render ao comodismo e a repetição. Enquanto o pessoal da vertente “A” pensa no trabalho de 2 anos feito pela equipe de 200 pessoas em um game como um esforço a ser valorizado, o que o Yatzee afirma é que essas mesmas 200 pessoas estão seguindo ordens de grandes empresários que de nada entendem do produto ali produzido (ou seja, não jogam videogames) e que tudo o que querem é ganhar rios de dinheiro as custas do trabalhos deles e sugar todo o dinheiro dos consumidores (no caso; nós) que são tratados como ovelhas facilmente influenciáveis por publicidade.
A média.
Um modo de escrever não é melhor que o outro. E mais importante do que tudo; a decisão final de consumidor é sua! Se você gosta daquele jogo que levou nota “3” na Gamespot, ou daquele sétimo capítulo daquela famigerada série que não muda nunca, ou daquele jogo feito por 5 programadores Ucranianos sobre uma chinchila rosa mutante que resolve puzzles com ajuda das leis da física, tudo bem.
Lembre-se que crítica é alguém que lhe mostra a porta, mas é sempre você quem deve atravessá-la.
Apenas tenha em mente que você também está fazendo a sua parte para ajudar a indústria a tomar um rumo em sua evolução.
]]>Smailin Stocker (esse é o nome dele mesmo) mora em Rio Grande – RS, é musico e gamer afficionado.
Suas reflexões podem ser conferidas em seu Blog: SmailinGameblog
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