Café com Games » Bruce Cantarim http://www.cafecomgames.com O podcast de games Fri, 22 Nov 2013 16:52:18 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.7.1 O podcast de games Café com Games yes O podcast de games Café, Podcast, Games Café com Games » Bruce Cantarim http://www.cafecomgames.com/wp-content/uploads/powerpress/Selo.jpg http://www.cafecomgames.com E no próximo episódio… http://www.cafecomgames.com/geral/10910 http://www.cafecomgames.com/geral/10910#comments Thu, 09 May 2013 02:49:41 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10910 20130508-234906.jpg

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Um crossover com o pessoal do http://www.drinknplay.com/!

Atenção para o site da transmissão, dessa vez, excepcionalmente, vai acontecer pelohttp://www.livestream.com/drinknplay.

E não esqueçam de trazer bebida!

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Dossiê: PS4 e a arte da guerra http://www.cafecomgames.com/colunas/10456 http://www.cafecomgames.com/colunas/10456#comments Thu, 21 Feb 2013 11:09:43 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10456 ps4pad[1]

Ontem, dia 20 de fevereiro, às 20hs no horário de Brasília, a Sony realizou uma conferência para mostrar quais são seus planos para a marca Playstation nesse ano. Todos escutamos rumores de que o novo console da empresa seria anunciado na ocasião, afinal, todos os argumentos lógicos apontavam que essa conferência, algo desse porte, só poderia estar acontecendo com essa finalidade. E foi exatamente isso que assistimos. O anúncio do PS4 e sua “plataforma de campanha” como o videogame mais social que já existiu até hoje. E não vamos esquecer dos jogos, alguns poucos títulos, mas muito empolgantes, foram anunciados para o console, prometido para final de 2013. Quer saber como foi? Então continue lendo.

Wii-U-Conference[1]Antes de entrarmos em mais detalhes sobre o que foi anunciado, vamos destrinchar um pouco a estratégia da gigante do mercado eletrônico: Ano passado, eles rodaram um teste de marketing absurdo, anunciando praticamente todos os lançamentos que eles teriam em 2012 para o PS3 antes da E3, a mais tradicional e esperada convenção de entretenimento eletrônico. Escolheram, ao invés de brigar no palco para ver quem anunciava a maior quantidade de títulos inéditos, se adiantar em relação a concorrência, pois sabiam que aquele ano todos os olhos estariam voltados para o Wii U. Escolheram quando e onde lutar. E deu certo, o consumidor pegou a mensagem que eles queriam passar. Antes mesmo da luta ser travada. Aposto que o Sun Tzu aprovaria essa estratégia.

E3-Microsoft-Conference[1]E foi com essa mesma idéia em mente que eles decidiram realizar esse evento desse ano. Eles sabem que é inevitável que o próximo Xbox vai ser anunciado esse ano, e a data mais provável para isso, é a E3. Mas dessa vez, a Sony não queria ser a última a entrar na corrida; eles sofreram grandes perdas no lançamento do PS3, que demorou muito tempo na prancha de projetos, provavelmente por culpa do processador cell e da retrocompatibilidade, que era um foco importante deles na época… Foco esse que foi abandonado logo nos primeiros meses de produção, para reduzir os prejuízos. Só pelo terceiro ano de vida que a Sony começou a finalmente ter lucro com o console. Essa experiência foi o que moldou as bases das decisões e estratégias deles com relação aos planos de lançamento do PS4. A gigante mostrou que é capaz de aprender com seus erros passados.

playstation-4-annoucnement[1]Muita coisa do anunciado é reflexo do aprendizado que eles tiveram com o PS3 nessa geração. Muita mesmo. A principal lição foi uma que eles vinham errando a mão faz tempo: memória. Todos os consoles da Sony sempre tiveram uma capacidade de memória menor em relação aos seus concorrentes. Isso ditava quantas tarefas podiam ser realizadas simultaneamente, quantos aplicativos podiam ser rodados, mantidos no background, sem perda de desempenho. Esse foi o principal motivo pelo qual os donos de PS3 ficaram lutando essa geração inteira com menus lentos, ícones que demoravam para abrir, updates obrigatórios que monopolizavam o seu console, obrigando você a arrumar qualquer coisa pra fazer enquanto esperava o jogo ficar pronto. Foi o principal motivo pelo qual nunca ganhamos o X-chat, a habilidade de abrir uma sala de conversa por voz que perdurasse entre partidas de jogos diferentes com outros jogadores. Dessa vez, eles não mesquinharam nessa área.

433343[1]Essa foi a parte da apresentação que mais chamou a minha atenção, pois ela quem tornaria todo o novo plano, o novo rumo da Sony possível. 8gb de memória ram. Não parece uma quantidade absurda, nem tão impressionante, hoje a maioria de nós temos essa quantidade nos desktops ou até mesmo em nossos notebooks. Mas a diferença está na velocidade de acesso: DDR5. DDR5 geralmente é reservada apenas para placas de vídeo de última linha, computadores e notebooks utilizam DDR3 hoje em dia, por conta de custos. Isso significa que o dono de um PS4 com certeza não vai ter que ficar olhando pra ampulhetas na tela esperando os ícones aparecerem, pra saber qual é o jogo que ele está com o cursor em cima. E a Sony mostrou que vai significar muito mais do que isso: Prometeram downloads e updates no background, a habilidade de pausar e retomar o jogo em qualquer sessão, e muito mais. Cloud gaming, a habilidade de jogar um jogo sem ter que baixar ele antes, retrocompatibilidade por stream de vídeo, pelo menos foi isso que deram a entender. Vamos até poder usar nossas próprias fotos de perfil e nomes reais, finalmente. Sim, vai virar uma rede social… Você vai poder acessar e assistir streams e conversas através de celulares, tablets, notebooks, e tudo mais que tiver acesso a internet, pelo jeito. Mas dessas promessas, o que mais me chamou a atenção foi a inclusão de um botão “share” no controle, que permite que você compartilhe pequenos vídeos de gameplay dos últimos segundo que você jogou, ou até mesmo faça uma transmissão ao vivo da sua jogatina, onde amigos vão poder entrar na sala, assistir e conversar com você, e até mesmo prometeram a habilidade de “passar o controle” virtualmente pra um de seus amigos pra continuar o jogo pra você, enquanto você assiste, como se ele estivesse do seu lado do sofá. Claro, tem que ver como isso tudo vai funcionar na prática, mas no papel, está soando ótimo. É uma inovação pra lá de bem vinda.

live0370_530x298[1]Já que falamos em controle, o dualshock 4 se revelou muito similar a imagem do controle protótipo vazada alguns dias antes da conferência: É um redesign que procurou manter todas as características que os jogadores aprenderam a amar no controles da Sony desde o PS1, porém, traz novas possibilidades de jogabilidade. Ele tem um touch pad na parte da frente, para inputs adicionais. Tem uma barra de luz que brilha em uma gama variada de cores, identificando cada jogador e a posição de cada um dos jogadores, com a ajuda de uma câmera esteroscópia, a lá Kinect, que imagino que deva vender separadamente para baratear os custos do console. Me parece que essa barra de luz vai ser usada para realizar o que o Sixaxis prometeu e não conseguiu cumprir na época do lançamento do PS3. Ah, e agora o controle ganhou uma entrada para headset, assim que o Xbox 360 já tinha. E também, como já era esperado, a Sony anunciou o que o Vita vai ter funcionalidade otimizada com o PS4 para jogatina remota, como o dualshock mais caro da história. Sim, esse é o plano deles de resposta ao Wii U. E sim, o PS4 vai ter suporte ao move, obviamente. A Sony precisa limpar aquele estoque de periféricos encalhados que estão ocupando espaço no escritório deles.

Quanto ao resto embaixo do capô do PS4, foi tudo projetado com os desenvolvedores em mente, pelo menos foi o que falaram na apresentação. Optaram por um processador de 8 núcleos, rodando um sistema de arquitetura x86, e também por uma gpu que foi descrita apenas como poderosa o suficiente para durar muitos anos, e um disco rígido com grande capacidade para armazenamento dos jogos. Sim, esses destalhes foram vagos, e vamos ter que esperar mais detalhes nos próximos meses, junto com uma foto de como será o design do PS4. Ele não deu as caras na sessão, só o Dualshock 4 e o Clonect.

psvita1[1]E para finalizar a sessão, fomos bombardeados com uma série de anúncios de jogos; muitos trailers, algumas surpresas e muitos desenvolvedores empolgados falando sobre a futura plataforma. Começou com Knack, um jogo que pareceu ter um enredo saído de um tokusatsu japonês, logo depois Killzone: Shadow Fall, Infamous: Second Son, títulos que dispensam apresentações. Também tivemos a Capcom, Square Enix, Quantic Dreams e Epic Games mostrando suas engines gráficas rodando em tempo real no PS4. A Capcom inclusive teve o Yoshinori Ono no palco, o que me assustou um monte, pensei que já ia tomar um trailer de Street Fighter 5 na cara, mas não foi o caso. Ele apresentou um novo projeto, na veia de Dark Souls e Dragon’s Dogma, chamado de Deep Down. Tivemos o criador do Braid falando de seu novo puzzle no palco, The Witness, e muito mais coisas.  E claro, um anúncio de peso foi o Destiny, o novo projeto ambicioso da Bungie, vai estar no PS4. E a Blizzard apareceu no palco, só pra avisar que, caso você esteja interessado, eles vão lançar Diablo III no Ps4 também. E pra falar que eles estão com saudade de fazer jogos para consoles. Mas o jogo que me deixou mais empolgado, e que foi a maior surpresa, na minha opinião, foi Drive Club. Quando o trailer começou, eu imaginei na hora que fosse mais um Gran Turismo. Só que não. Fiquei impressionado com a proposta simples, porém genial do jogo. É um jogo de corrida onde você vai correr com o seu time, conquistando respeito online e desafiando outros jogadores. O sonho de qualquer fã do anime Initial D. Carros detalhados minuciosamente, uma promessa de multiplayer que parece ser ótima, competitividade… Estou ansioso por mais notícias sobre esse jogo. Espero que essa lista de novos títulos cresça nos próximos dias, pois pelo anunciado, praticamente todos os desenvolvedores 3rd party estão trabalhando em algo para a plataforma.

Algumas notícias pós conferência: A AMD é responsável pelo CPU e GPU do PS4. Curiosamente o codinome do CPU é “JAGUAR”. Sim, LOL. E o PS4 vêm equipado com um drive de BluRay, ou seja, jogos físicos irão existir. A Sony também anunciou que o PS4 vai rodar jogos usados sem problema, apesar de terem patenteado a tecnologia de bloqueio. Acho que temos que agradecer aquele maravilhoso GIF que estava circulando pela internet esses dias, deve ter sido o responsável pela Sony ter voltado atrás com a decisão, pelo menos por hora. A faixa de preço do PS4 está sendo especulada entre 400$ e 500$, chuto que vai ter uma versão mais cara com o Clonect incluso.

Bom, isso é tudo que sabemos sobre o PS4 até agora. A Sony já colocou suas cartas na mesa, agora só resta saber o que a Microsoft vai ter na manga em Junho deste ano. Mal posso esperar para assistir a conferência e decidir qual camiseta vou vestir nessa próxima geração.

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Nintendo anuncia Pokémon X e Y para 3DS http://www.cafecomgames.com/noticias-2/10359 http://www.cafecomgames.com/noticias-2/10359#comments Tue, 08 Jan 2013 16:39:30 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10359

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Hoje, às 9h00 da manhã, horário de Brasília, a Nintendo realizou uma conferência online sobre Pokémon. Nela, Iwata relembrou a trajetória da série principal nos portáteis e sua evolução, com foco nas formas de conexão e multiplayer que foram utilizadas em cada plataforma, e ao final, anunciou o novo capítulo na série: Pokémon X e Pokémon Y, sendo que os 2 jogos terão lançamento simultâneo mundialmente em outubro desse ano.

O jogo marcará como sendo o primeiro capítulo oficial da série em 3D, sendo que até o Pokémon Black 2 e Pokémon White 2 do ano passado, a franquia se mantinha firme aos visuais 2D. No trailer exibido durante a transmissão, foi possível ter uma idéia do que isso representaria em termos de novidade na jogabilidade e desafios apresentados pelo novo título. O diretor da série, Junichi Masuda, também prometeu “possibilidades de comunicação que trarão um sorriso para a cara dos fãs do mundo todo”.

Bom, acho que agora todo mundo já sabe o que pedir de dia das crianças.

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Dossiê: The War Z http://www.cafecomgames.com/colunas/10318 http://www.cafecomgames.com/colunas/10318#comments Wed, 26 Dec 2012 06:12:49 +0000 http://www.cafecomgames.com/?p=10318

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Se você não estava vivendo embaixo de uma pedra nos últimos meses, já deve ter ouvido falar de The War Z. O polêmico jogo, que surgiu rapidamente, baseado em DayZ, um mod gratuíto de sucesso do jogo Arma II, prometendo ser uma experiência imersiva de sobrevivência em um cenário de apocalipse zumbi. Só que o twist principal do jogo é que você teria que ter cuidado em quem confiar; outros jogadores poderiam te trair, matando e roubando seus itens. Walking Dead feelings.

Não demorou muito para que os jogadores de DayZ ficassem irritados com o que aconteceu. Começaram a acusar o The War Z de ser um cash-in, tentando simplesmente se aproveitar do sucesso de DayZ para fazer algum dinheiro rápido. Pelos trailers e vídeos comparativos, não parecia ser o caso. Tinha até um vídeo mostrando o sistema de comunicação de voz interno do jogo, que fazia parecer que você estava conversando via walkie-talkie com outros jogares na sua proximidade, coisa altamente imersiva. Então, coloquei de lado essas denúncias como falsas, e fiquei na expectativa. Assisti até algumas streams do beta, parecia ser um bom jogo, com elementos stealth, você tinha que andam mais devagar pros zumbis não te detectarem… Promissor. Quando apareceu na Steam, por 22,59 reais, não resisti, e resolvi comprar. Alguns amigos já tinham o jogo e nunca falaram nada sobre ele. Então, joguei pra ver com meus próprios olhos, e tirar minhas próprias conclusões… E vocês não imaginam o absurdo que é esse jogo.

Você começa no meio do mato, sem objetivo aparente. Só com uma lanterna de arma. Fui em direção da cidade, cutucar alguns zumbis e ver se conseguia uma arma. Meia hora de jogo foi o suficiente pra ver o quão mal programado o The War Z é. Isso já depois do update novo, que atualizou os servidores para 100 jogadores. Os zumbis são ridículos, não conseguem nem SUBIR UM DEGRAU DE UMA ESCADA… Por mais que o foco do jogo seja a interação com os outros jogadores, trollagens e cia, isso não justifica que os zumbis, que fazem parte importante do que o jogo se propõe, não funcionem. Até eu, que não entendo nada de programação, já ia ter consertado um bug desses antes de lançar o jogo, com um pouco de pesquisa. Eu literalmente não era atingido por eles só porque subi 1 FUCKING DEGRAU, e estava totalmente a salvo e podendo acertar eles com minha lanterna, que demora SÉCULOS pra matar qualquer coisa.

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Não que a lanterna tinha que ser mais forte, pelo contrário, o que eu queria era poder encontrar uma arma pelo jogo. Rodei boa parte da cidade e NADA. Só lanternas. Rodei mais de uma hora e NADA. Parece que fizeram isso de propósito pra que os jogadores tivessem que comprar armas pelas microtransações do jogo, pra conseguirem fazer alguma coisa além de dar lanternadas em zumbis. Pay2win nem se enquadra nesse caso… Pay2play em um jogo que você já comprou. Nem a Capcom aprontaria dessas.

As texturas tão horrorosas, cheguei a ver uns triângulos voando no meio do nada, até reparar que era uma textura mal feita de árvore. Montanhas com jpegs pra lá de esticados, trabalho de estagiário preguiçoso mesmo. E no meio de tudo isso, jogadores reclamando constantemente de HACKERS no chat. Depois disso tudo, finalmente fechei o jogo, ainda descrente do que tinha visto e respirei. Abri o navegador e então fui atrás de ler as últimas notícias sobre o caso, pra ver se não tinha chance de consertarem o jogo nos próximos patches, pra ver se valia a pena dar um voto de confiança…

Descobri que tem coisas bem piores do que vi dentro do jogo, como os relatos da RockPaperShotgun e da Kotaku US. E pior, li uma entrevista da GameSpy com o Sergey Titov, o bambambam da Hammerpoint (Desenvolvedora do The War Z), que foi decisiva. Questionaram ele sobre a remoção do jogo na Steam, sobre as reclamações que os usuários fizeram sobre coisas prometidas na descrição do jogo e que simplesmente não batiam; Prometia até 100 jogadores por mapa quando só comportavam 50, mapas muito menores do que o descrito, sistema de skills que ainda não foi implementado e uma série de outras coisas. Sergey Titov respondeu a tudo isso dizendo que ele não estava mentindo, dando uma de advogado, lendo nas entrelinhas, falando que até 100 jogadores não queria dizer que teriam 100 jogadores. Falou que os jogadores escolheram o limite de 50 pessoas por mapa em votação no fórum deles. Afirmou que 93% dos jogadores estavam felizes com o jogo. Será?

Durante minhas pesquisas, topei com um tópico no fórum do jogo, onde ele pedia aos jogadores que votassem e avaliassem  o The War Z no Metacritic, reclamando que a nota do jogo estava baixa. Ao que tudo indica, o tópico estava em sticky, mas a resposta dos jogadores não foi a esperada. Só piorou a situação do jogo por lá. Também a indícios de ditadura no fórum deles, coisa que você pode conferir nesse mesmo tópico. Usuários reclamam nas últimas páginas que os moderadores estavam DELETANDO posts e tópicos de usuários que reclamavam do jogo. E não foi só lá que isso acontecia aparentemente; nos fórums da steam, onde cada empresa modera o fórum de seu jogo, o mesmo parecia estar acontecendo. A Destructoid fez um bom resumo da ópera em um episódio em vídeo.

Um pouco mais de pesquisa também apontou para o passado de Sergey Titov; Claro, eu já estava ciente de que ele tinha trabalhado como programador do infâme Big Rigs: Over The Road Racing e outras pérolas na Stellar Stone, como o Taxi Racer… Mas também tem coisas boas recentes em seu curriculum como League of Legends e Gears of War. Mas ao procurar um pouco entrevistas passadas dele, o objetivo do Big Rigs, segundo ele, era fugir da polícia, coisa que nunca foi implementada até o lançamento; Isso faz a gente relembrar sobre a promessa do sistema de skills do The War Z. E lembrar que até hoje, desde o lançamento comercial do jogo (outubro de 2012), os zumbis NÃO FUNCIONAM DIREITO. Isso, unido as entrevistas sobre a remoção da Steam e todas as outras informações levantadas, só coloca mais dúvida na palavra da Hamerpoint e do Sergey Titov. Eu gostaria de poder dar a esse jogo o benefício da dúvida, afinal, ainda existem pessoas que jogam e acreditam no The War Z, apesar de todos os bugs. Mas pessoalmente, não tem como. Não acredito que o War Z vai ter metade das coisas que ele tão prometendo. Espero que a Hammerpoint prove que eu estava errado no futuro, porém tudo indica que esse não será o caso.

Se você está lendo isso, também comprou o jogo pela Steam e se sentiu prejudicado, é possível pedir o seu dinhero de volta através do link: https://support.steampowered.com/newticket.php. Pedi o meu ressarcimento escolhendo -PRODUCT NOT LISTED- > Compras e Pagamentos > Purchase Failures, e coloquei “The War Z (Reembolso)” como título, e no corpo escrevi mais ou menos isso “Efetuei a compra deste jogo, mas não fiquei satisfeito por ele não entregar o que prometia na descrição. Gostaria de ser ressarcido.”. Fiz isso hoje pela manhã, dia de natal, e a Steam me devoldeu o dinheiro pelas 22h do mesmo dia. Foram rápidos! O dinheiro vai pra carteira da Steam, pra que você possa gastar com outros jogos.

Agora, quem comprou pelo site oficial de jogo, fora da Steam, vai ter uma dor de cabeça maior. Sergey Titov falou em entrevista que eles dão o dinheiro de volta para quem não gostou do jogo, e que eles confirmem que a pessoa jogo pouco, como 30 minutos. Se você jogou mais de 5 horas, ele não vai querer devolver o dindin, falando que você já aproveitou o jogo. A mensagem tem que ser em inglês nesse caso e CUIDADO: o último patch trouxe um novo TOS (Terms of Service) onde fazem os jogadores abrirem mão do direito de pedir um REEMBOLSO. Se você pretende pedir reembolso pra Hammerpoint, não aceite o TOS novo e não jogue mais. Caso não tenha mais volta, fique pentelhando os desenvolvedores nos fóruns para resolverem os bugs.

E para quem não comprou, deixo um conselho de amigo: PASSEM LONGE DO THE WAR Z… E fiquem de olhos bem abertos, porque eles provavelmente vão ter que mudar o jogo de nome por conta do filme World War Z. Capaz de tentarem um relançamento do jogo para escapar da polêmica acumulada com a marca, para pegar os desavisados.

Vou continuar acompanhando o caso, se The War Z melhorar e for corrigido, serei o primeiro a reportar por aqui. Mas vou esperar sentado. 

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