Reviews – Out There Somewhere

Estou muito feliz em fazer este review e de talvez ser o primeiro a avaliar este game. A impressão que tenho que estou participando da história do mercado de games brasileiro. Isso porque o mais novo indie brasuca “Out There Somewhere” saiu para PC e vou logo dizendo que é um grande jogo. Desenvolvido pela galera da Miniboss Studios, o game traz um puzzle inovador e viciante.

Baixe a demo ou compre o game no site da Miniboss Studios

 

Enredo.

Em “Out There Somewhere” você é Yuri, um astronauta que tem sua nave atacada, fazendo-o cair em um planeta estranho. E com sua Teleport Gun, ele precisa juntar as peças para concertar sua nave. A premissa é bem simples, mas muito bem contada. As cutscenes são em estilo retro como, aliás, é o estilo do game, e te introduz na aventura de forma bem clara.  O game não tem muitas surpresas relacionadas a história  e, de qualquer forma, você está muito ocupado se divertindo com a Teleport Gun que nem pensa muito nisso.

Gráficos e Som

Os gráficos são ao bom estilo retrô e, mesmo o herói tendo poucos pixels em tamanho, tem uma bela concepção, com um clássico globo espacial na cabeça e somente seus olhos são visíveis.
Os cenários são cheios de elementos e easter eggs. Eu vi uma tri-force e sei que foi proposital hehehe.
A trilha sonora é firme e marcante, embora, em  alguns momentos, fique um pouco irritante, é um chip tune que gruda como uma boa melodia tem que ser no final das contas, eu sai cantarolando o tema principal por algumas horas depois de jogar.

Gameplay

Mas éno gameplay que o game se sobressai.
Out There Somewhere tem duas jogabilidades: Uma é um Side Scrolling Shooter quando Yuri esta em sua nave; Mas o game principal é um Side Scrolling Puzzle Shooter Fuck’n Ewasome. 

Inicialmente, você tem a Teleprt Gun que é um pistolinha que lança um projetil que onde ele acerta teleporta você automaticamente. Com a progressão do game você aprende a trabalhar com a física desta arma de teleporte e pular assim que for teleportado para alcançar lugares mais altos, interagir com elementos das fases como: vidros, grades, lasers, entre outras coisas. Você também pega uma pistola que, além de matar monstros, é parte importante em muitos puzzles, destruindo blocos de pedra e matando mais monstrinhos. E, covenhamos, é bem legal matar monstrinhos.

O game é relativamente pequeno, tendo de duas a duas horas e meia de gameplay, porém é viciante e desafiador. Embora  não possua fases, o game é  bem linear sem ser chato.

Só achei que poderia ter mais boss fights e, quando terminei, fiquei com gosto de quero mais.

Resumo.

Super criativo usando elementos que já vimos em outros jogos, mas de uma forma completamente inovadora. Trilha sonora marcante e um clima retro o game é duplamente recomendado. Uma por ser um indie brasileiro outros bem…porque é bom.

Resumindo, o game tem:

Ótimo conceito e jogabilidade.

Viciante

mas é 

 Muito pequeno

Poucas boss battles.

Em minha opinião, “Out There Somewhere” ganha 9.0 xícaras de café e é recomendadíssimo.

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Smailin Stocker

Apaixonado por games, co-editor do podcast, fala merda e é bom nisso.Twitter @smailinstocker - Perfil no Facebook Xbox Live Br: Smailin - Alvanista: Smailin

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